segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Hoje não pretendia fazer nenhuma postagem. Entretanto vou escrever para um certo alguém, que não preciso dizer o nome mas que vai saber que escrevo para ele assim que ler esse post. Afinal de contas não se fala sobre os sentimentos humanos todos os dias e nem com qualquer pessoa.

Estava eu hoje a conversar com um velho amigo. Entre piadas e sorrisos o cidadão me indaga o seguinte:

- Você acredita realmente em amor? Amor daqueles de novela, que faz a alma estremecer. Em que as pessoas ficam embasbacadas uma pela outra, daquele jeito sabe?

E minha resposta (acreditem) :

-Sim, eu acredito.

Ele ficou surpreso, eu diria até injuriado, por me conhecer o suficiente para achar que eu estava mentindo. E minha resposta foi mais ou menos assim (bom, vou tentar transcreve-la da forma mais fiel possível):

-Não disse que acredito que ele aconteça com a facilidade que acontece nas novelas, nem mesmo que ocorra de forma tão repentina. Não acredito em amor à primeira vista. Amor é o tipo de coisa que se constroi com toques, sentidos, confiança e olhares é claro, mas não poucos olhares. Acredito que é sim possível amar alguém e ser amado por esse alguém a quem tanto ama, entretanto esse é um ato de sorte, quase como ganhar na mega-sena, logo não espere que isso ocorra com você 30 vezes ao longo da vida, nem espere conhecer mil pessoas que já passaram por tal coisa. Não. Definitivamente, não conte com isso. Mas saiba que acontece, que existe, que é possível e o principal, é maravilhoso. Amar alguém e não ser amado já é uma sensação incrível. Imagine então amar e ser correspondido? Deve ser o céu, o sol, o mar. Não, não, deve ser o céu no mar o ar do sol e o doce do ar. Enfim, acredito, sem a trilha sonora, o jogo de luzes, o vento soprando a favor e os figurantes das novelas, mas acredito.

Me lembro da cara dele me olhando até agora. Hahaha

p.s.: Não me odeie por isso, sou um tanto mais humana agora.

Amandex

Leitura da vez

Drácula
Bram Stoker

O mais famoso vampiro da literatura. Escrito em 1897, digno de elogios até hoje.

p.s.:Em breve digo como foi a leitura e o que achei de cada detalhe.

domingo, 23 de janeiro de 2011